08.Jul.2011 19:16
Helena Eilers
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Um Gainsbourg que amava as mulheres

Chega hoje aos cinemas a esperada cinebiografia que retrata a polêmica vida do francês Serge Gainsbourg. Cantor, compositor, ator, diretor, pianista, artista plástico, escritor e pintor, Gainsbourg  foi uma das figuras mais polêmicas e talentosas da França, encantando fãs ao redor do mundo com sua música, sotaque francês e...ahm... charme.  As orelhas de abano e o nariz adunco nunca foram empecilho para esse cara, que teve as mulheres mais bonitas da época.

 

 

Emoção é a palavra chave para descrever os 63 anos de Gainsbourg. Nascido em Paris (1928), filho de judeus russos que haviam emigrado para a França, fugindo da revolução de 1917, Serge começou a fazer sucesso em 1966.  Mas não eram só suas músicas que chamavam a atenção,  Serge era um homem que amava as mulheres e apesar de sua baixa estatura e aparência fora dos padrões de beleza  teve um caso Brigitte Bardot, considerada a mulher mais bonita daquela época,  e  um longo e tumultuado relacionamento com Jane Birkin, tão bonita quanto a primeira.

Acima, Serge e Birkin na vida real. Abaixo, cena do filme em que é mostrado seu relacionamento com Brigitte Bardot.

 

 

A música Je t'aime moi non plus, foi considerada um hino da sensualidade e sexualidade. Os sussurros femininos presente nela causavam arrepios na espinha dos franceses.

 

 

A letra havia sido composta originalmente para Brigitte, mas ela, insegura com o escândalo que a música poderia causar (e certamente causou) e com a exposição do caso de amor entre os dois preferiu não lançar o dueto. Serge, por sua vez, encontrou uma substituta à altura: a atriz britânica Jane Birkin, que já havia causado escândalo com cenas de nudez em Blow-Up (filme de Michelangelo Antonioni) e com a qual foi depois casado.

 

 

O talento de Serge é impressionante, é daqueles artistas que se pode escolher uma música aleatória que certamente irá agradar. Mas mesmo tendo duas das mulheres mais lindas da época , Gainsbourg afogou-se em bebida e autodestruição e foi consumido por sua vida desregrada, cheia de vícios. Dirigido por Joann Sfar, o filme conta a trajetória do cantor até sua morte, em 1991, aos 63 anos.



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